segunda-feira, 2 de abril de 2012

Galileu, Newton e Einsten

No terceiro encontro deste módulo acompanhamos os objetivos desta etapa do curso, bem como a elaboração dos planos de aula: objetivos, práticas, recursos e demais vicissitudes desta tarefa.

Outra importante abordagem foi sobre a experimentação como prática científica, de modo a incutir no público alvo (alunos) a iniciativa da pesquisa e comprovação dos resultados, o que em suma, gera uma apropriação de conteúdos muito mais qualificada, correlacionando-os com a realidade vivida pelos sujeitos.

Foram três atividades propostas, a saber:


(clique na imagem para ampliar)

Desta forma, apresento as discussões feitas no pequeno grupo do fundão da sala: em relação as descobertas feito pelo homem, classificar alguma como mais relevante seria um sacrilégio, pois a sociedade é hoje o resultado da soma de toda sua história, estando nesse meio desde a invenção da roda até a invenção do transistor. Ainda pertinente a 1ª atividade, saber como a escola pode estimular os alunos a construir objetos para um progresso coletivo é a grande sacada dos educadores. Atividades em grupo e que propiciem a experimentação das teorias são ótimos inícios.
No que se refere a reflexão das principais contribuições dos povos antigos para os dias atuais é importante ressaltar que a sua época, todas as inovações feitas e percebidas pelo ser humano são um aporte para um novo patamar tecnológico. Sem alguma dessas etapas, erros e buscas incessantes é provável que determinadas realidades de hoje ainda estivessem apenas no papel. Dizer qual delas determinou a evolução cognitiva do homem e possibilitou um avanço homogêneo é um pensamento simplista e errado devido a grandeza e magnitude do objeto de estudo. Assim, cada qual foi imprescindível para seu tempo, as invenções de hoje serão uma contribuição para gerações futuras.
Por fim, a última prática desta aula foi, a meu ver, uma pergunta cíclica (que não carece de resposta). É mais que óbvio que as escolas são sim responsáveis pelo desenvolvimento dos alunos. Entretanto, há que se inquirir de que modo isto tem sido feito, em quais níveis e com quais objetivos. Formar sujeitos conformistas, que aceitam toda informação posta também não é nada louvável. Estimular o debate, a contraposição de argumentos a dar espaço para que os alunos de hoje tenham a chance de buscar novas respostas a perguntas antigas é um modo de fazê-los perceber a dificuldade que a sustentação de uma teoria acarreta. De modo algum torna-los espectadores tácitos das verdades veiculadas na mídia, mas sim buscar um parâmetro, um senso crítico que os ajude a discernir sobre o que absorver e o que questionar.
De forma brilhante terminamos a aula assistindo a um documentário, divididos em três partes, o qual contou a história dos três maiores pensadores, cientistas, revolucionários e responsáveis pela forma como vemos o mundo hoje. Galileu Galilei, Isaac Newton e Albert Einsten.
Todos eles viveram em épocas diferentes, mas com uma busca incessantes por respostas, a qual os tornou nomes memoráveis nos campos da física, astronomia, astrologia, ciências matemáticas e afins.
No vídeo conhecemos um pouco mais sobre suas vidas, obras, percursos, trajetos, desafios e certezas. Devemos a eles a descoberta das teorias de que a Terra não seria o centro do Universo, das teorias da relatividade, da descoberta das leis inerentes a gravidade, etc.
            Suas buscas incessantes e constatações irrevogáveis por meio da aplicação matemática aos problemas analisados permitem aos estudiosos de hoje se pautar em seus estudos para futuras descobertas que tornem a vida na Terra ainda mais compreensível e confortável. Este deve ser o mesmo pensamento e atitude dos educadores na atualidade, visando a fomentação de novas realidades, ainda impensáveis pela ignorância humana.

Por hora é isso... Até a última aula!