Localizado nos arredores de Curitiba, o parque é vinculado à SEED (Secretaria de Estado da Educação) e funciona desde 1998, nas instalações remanescentes do antigo Parque Castelo Branco.
Nossa visita foi acompanhada pelo funcionário Jeffrey Cássio de Toledo e se iniciou no espaço introdutório de conhecimento e estudos do Universo. Ali tivemos uma noção da expansão do Universo, acontecimentos relevantes para a formação dos planetas, inclusive o nosso, e da raça humana.
Na sequencia visitamos o stand que falava das cidades, acompanhando uma exposição de vídeos e imagens sobre o tema. Nesse momento passeamos por um pequeno labirinto e vimos de perto um mapa da cidade de Curitiba, bem detalhado e com cerca de 30m2.
Em outro espaço conhecemos e discutimos a respeito dos tipos de energia, quais as mais comuns encontradas em nosso dia-a-dia e suas curiosidades. Tivemos ainda uma conversa sobre sustentabilidade e sobre o consumo de energia nos dias atuais.
Outro espaço interessante do parque diz respeito aos estudos da paleontologia e arqueologia. Réplicas de fósseis foram mostradas, além de uma explicação técnica sobre a funcionalidade de cada área.
Assim, chegamos ao ponto máximo da visitação, o planetário. Lá, por cerca de trinta minutos, acompanhamos as constelações, sob a ótica indígena dos astros. Tivemos a oportunidade de conhecer lendas e ver a disposição de estrelas cujo significado simbólico para algumas tribos é imensurável. Além das conhecidas 3 Marias, olhamos o Cinturão do Órion, o Cruzeiro do Sul, as Constelações Indígenas do Velho Índio, da Ema e Borboleta, como a Constelação Astrológica de Câncer, além de diversas Estrelas e sua relação com o Sol ou nosso Sistema Solar.
Por fim, as turmas que no início da visita tinham sido divididas em grupo, voltaram a se unir em torno da invenção de Van de Graaff, o barômetro, que nada mais é que um experimento cuja finalidade é demonstrar as constantes trocas de energia e carga elétrica do nosso cotidiano. Materiais antes impensados como condutores de eletricidade foram utilizados como exemplo, o que deixou a fala muito mais atrativa.
Foram apenas duas fotos da visita devido às normas do parque, que inibe tal iniciativa pensando na conservação de seu acervo expositivo. Mas fica a dica para quem quiser visita-lo, é gratuito. Basta apenas fazer o agendamento prévio. Vale a pena.

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